Minha História até o Altar – Por Juliana Bárcia | Parte 1

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Então gente, nessa imensidão que é a internet eu tive a honra de conhecer uma moça muito querida e fomos nos tornando amigas. Depois de algum tempo eu descobri que ela é famosa (risos)…

Pois é! Acabei descobrindo que essa minha amiga tem um blog sobre restauração de casamentos e ela gentilmente aceitou contar a história dela aqui no nosso confessionário.

Quanta honraaaaa!! Meu coração não aguenta!!!!

Eu estou aqui em lágrimas com a história da Juliana Bárcia do Blog Mulher Virtuosa.

Depois de ler a história corre lá no blog pra conhecer o trabalho dela. ♥

Agora pega um lencinho e vem se emocionar comigo…

Olá, meu nome é Juliana Bárcia, sou filha única de mãe solteira, fui criada pelo meu padrasto como filha, nunca conheci meu pai.

Sou casada e mãe de 3 lindas meninas. Mas hoje quero te contar um pouquinho da minha história até o dia do meu sonhado casamento.

Em 2006 conheci meu esposo, eu estava com 23 anos e já tinha uma filha de 5 anos de um relacionamento da minha adolescência, meu esposo era ainda um menino de 18 anos.

Começamos um relacionamento que para mim era apenas um romance passageiro, nessa época eu estava literalmente “curtindo a vida”, não queria compromisso. Porém com apenas 2 meses juntos eu engravidei. Fiquei desesperada!

Afinal, ele era muito novo, não tinha um emprego, como eu iria contar para minha mãe que já cuidava da minha filha, e o pior eu não o amava.

Ele estava apaixonado e com a gravidez ficou mais ainda, e decidiu então assumir uma família. Ele queria casar, mas eu não, afinal não o amava.

Eu trabalhava e ele não, pois ainda estava resolvendo a dispensa do exército (quartel). Fiquei na casa da minha mãe até os 8 meses de gestação, e nesse tempo o que eu mais fazia era tratar ele mal.

Eu tinha raiva dele por estar vivendo aquela situação, como se ele fosse o único irresponsável na história.

Os pais dele, principalmente a mãe, não aceitavam muito o nosso relacionamento no início, mas eu até entendo, ele era novo e eu já tinha uma filha, não deve ter sido isso que esperavam para ele.

Mas mesmo assim, nos cederam uma casinha humilde que eles tinham no terreno deles, e quando completei 8 meses fomos morar juntos, levei comigo minha filha, é claro.

Nesse tempo ele trabalhou como moto- taxi, vendeu churrasquinho na porta de casa, eu via que aquele menino estava se esforçando. Mas eu continuava tratando ele com desprezo.

Nossa filha, nasceu e alguns meses depois ele conseguiu um bom emprego, o que melhorou muito a nossa vida.

A essa altura eu já estava conformada com o relacionamento.

Com um tempo, ver aquele menino imaturo dar tudo de si por nós mudou completamente a minha visão a respeito do nosso relacionamento, e eu aprendi a amá-lo  pois na verdade deus tinha me agraciado com um grande presente, uma família.

Foi nesse momento que o desejo de oficializar aquela união nasceu dentro de mim e crescia cada vez mais.

Como eu não podia tomar anticoncepcionais, quando minha filha estava com 1 ano e 3 meses eu engravidei novamente, e foi aí que as coisas começaram a mudar.

Eu, apesar de amar meu marido, era uma mulher mandona, briguenta, autoritária, ciumenta ao extremo. E o meu amado começou a mudar. Aquele menino amável, carinhoso e atencioso com a família já não era mais o mesmo.

E foi nessa época que ele começou a sair com os amigos e a chegar em casa de madrugada. Começou então o meu sofrimento, pois eu o amava e nossa família era tudo para mim.

A família dele era toda evangélica e minha mãe também. Eu já havia frequentado a igreja por um tempo, mas não permaneci. E com a dor que eu estava sentindo busquei socorro em Deus.

Quando estava com 7 meses de gravidez da minha filha mais nova, cai da escada e quebrei o braço. Foi uma fratura grave e eu precisava fazer uma cirurgia para voltar a ter mobilidade no braço direito, porém não poderia fazer por causa da gravidez.

Fiquei na casa da minha mãe sobre os cuidados dela, e meu relacionamento com meu esposo que já não estava bem, ficou ainda pior. Ele continuou na nossa casa e suas saídas agora estavam ainda mais frequentes.

Minha filha nasceu e um mês depois ele me buscou na casa da minha mãe e me levou para nossa casa.

Vivíamos bem, mas ele continuava saindo com os amigos e nossas brigas tornaram-se frequentes.

Como nossa família cresceu muito e nossa casa era pequena, nos mudamos para uma casa da minha mãe que estava desocupada. Porém, as saídas e as brigas continuavam.

Em 2011 comecei a desconfiar que ele estava me traindo, e minha loucura de mulher ciumenta veio a êxtase.

 

vermelhorr
Continua…


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